Demonstrativo de caixa segmentado por Débito e Crédito — leitura mês a mês das despesas, receitas e do resultado de cada período.
* Novembro com lançamentos parciais (até 11/11/2024) — sem fechamento de saldo na planilha de origem.
Seis categorias respondem por cerca de 84% de todo o custo do período — o restante está agrupado em "Outros".
Seis leituras que merecem atenção da diretoria financeira, com base no cruzamento de todos os meses.
8 dos 9 meses fecharam com despesas maiores que receitas. Setembro foi o pior, com déficit de R$ 68.192 — mesmo sem ser o mês de maior gasto, a receita captada não acompanhou o ritmo de despesas. O saldo de caixa caiu de R$ 68.094 em março para -R$ 42.096 em outubro.
É a única grande linha onde a receita supera a despesa equivalente: R$ 306.530 captados em taxas de arbitragem contra R$ 262.681 pagos a árbitros e eventos — um superávit líquido de R$ 43.849.
Saques, transferências e lançamentos sem categoria clara somam 48,6% de toda a despesa do período. Melhorar a descrição dos lançamentos na fonte ajudaria a fiscalizar para onde o dinheiro está indo.
Saques registrados como "PSO Florianópolis" somam R$ 351.969 — 33% de todo o débito do período — sem detalhamento do uso final dos recursos.
Abril registrou R$ 94.037 em taxas bancárias, contra menos de R$ 300 em qualquer outro mês. É também o mês de maior volume de lançamentos (347) — vale uma checagem pontual com o banco.
Anuidades e registros de afiliados somam apenas 9,5% da receita. Convênios com prefeituras e repasses da CBV pesam mais — uma dependência de terceiros que vale monitorar ao longo do próximo ano.